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8.5.09

6 e 7 de maio - arcachon e a duna

despedimo-nos da senhora portuguesa sempre com grandes agradecimentos a acompanhar! fizemo-nos à estrada, ou melhor, à pista para bicicletas! frança está bem preparada para as bicicletas, o que torna a condução mais agradável, sem carros a passar perto de nós. foi uma viagem fácil de fazer. sinto-me bastante bem a pedalar em frança, bem melhor que em espanha até. agrada-me mais as casas de cá, os jardins, as pistas para as bicicletas… almoçamos em sanguinet, com vista para o grande lago. altura para trocar as sapatilhas pelas sandálias. que sítio lindo e calmo! meia dúzia de casas em frente ao lago. uma família a fazer praia e outra família numa auto-caravana. achamos o sítio ideal para almoçar a apanhar um pouco de sol e por pouco o rafael não foi dar um mergulho! foi difícil sair do banco de madeira… estava calor e começávamos a ficar com o corpo mole. mas tínhamos um destino, onde a sylvie esperava por nós!

o caminho começou a tornar-se maçador… tínhamos à nossa frente uma enorme recta! os kms custavam a passar, o sol queimava, que caminho monótono! apareceu uma curva e de novo uma grande recta! é bastante complicado andar de bicicleta num caminho monótono…

finalmente chegamos a la teste de buch, onde iríamos ter à casa da sylvie, que foi bastante complicado encontrar… não tem nada para ver de interessante em la teste de buch, mas passamos duas noites. Isso, por a sylvie ser uma senhora muito interessante e simpática. professora de história e geografia que viaja para muitos sítios. a sua casa é muito acolhedora com postais de vários países na cozinha, fotografias nas paredes, uma mistura de decoração de diferentes países, uma casa despreocupada, como disse o rafael, com um pequeno jardim e um gato lindo e grande! preferimos ficar a descansar e a conversar e aproveitar o dia seguinte para passear e ir até arcachon. aproveitamos o calor para jantar no jardim e acompanhamos o jantar uma conversa interessante, sobre viagens, sobre nós, sobre filmes, música… e hora de ir para a cama.

dia 7, saímos de bicicleta, desta vez bem mais leves, e fomos até pyla-sur-mer, ver a maior duna da europa! 117 metros de altura e 3 kms de distância! no topo da duna, que subíamos pelas escadas, a vista era linda! o mar de um lado e floresta do outro! o tempo mudou muito de um dia para o outro… deixamos de ter o sol do dia anterior, que seria perfeito para este dia. o tempo estava escuro e não nos deixava ver mais longe e com nitidez… mas soube bem estar na maior duna da europa! e soube bem descê-la! um pouco com medo de me aleijar, ia descendo em passos largos pela areia e depressa cheguei lá a baixo… se não custasse subir, teria vontade de voltar a descê-la! mas foi coisa que não fiz!

vista a duna, fomos até arcachon. lá existe a cidade de inverno e a cidade de verão. a de inverno fica mais no topo e agradou-me bastante! todas as casas tem um nome de algum conhecido, e soubemos depois que é típico aqui dar-se nomes às casas. descemos até a cidade do verão, onde é bem mais turístico, pois é praia! foi difícil arranjar sítio para almoçar, os preços sobem bastante e comida vegetariana é difícil de encontrar… ficamos pelo panini de 3 queijos e tomate e como sobremesa, um crepe de nutella!

de volta a casa e com essa brincadeira, fizemos 43 km… cheguei a casa bastante cansada, neste dia que seria de descanso e de visita ao sítio… voltamos a jantar com a sylvie, trocamos algumas músicas francesas, e ainda recebi um livro de uma escritora francesa, marguerite duras. merci sylvie!

5 de maio - perder a vergonha

a nossa vontade era ficar mais um dia, mas achamos por bem partir. mais uma vez não tínhamos sítio para ficar mas queríamos fazer o máximo de kms possíveis! o sobe e desce transformou-se num terreno plano. o problema dos terrenos planos é que os kms parece que não passam e eu, que ando mais devagar que o rafael, tenho dificuldade em ultrapassar os 20 kms/h. parece que se sente mais o peso da bicicleta e quando apanhamos uma recta enorme… que monótono!

íamos acumulando kms e paramos para comer qualquer coisinha em vieux-boucau-les-bain, e apaixonamo-nos pelo sítio. muito calmo, mesmo muito calmo, com um grande lago de água salgada, com umas casinhas à volta. não tinha grande coisa, mas ficar sentados no banco a apanhar sol e a olhar para o lago… soube tão bem! próxima paragem foi em st. girons, onde almoçamos. o sol estava quente e como era bastante cedo e não tínhamos pressa, deitamo-nos no alcatrão e deixamos que a moleza se entranhasse nos nossos corpos. para um rapaz de bicicleta com uma caixa atrás. acordei com o rafael a dizer que ele devia vender gelados! abri os olhos e fiquei com vontade de comer um! não ia ser ali que iria comer, pois ele não estava a vender gelados, mas sim a viajar como nós, mas numa bicicleta bem diferente. ele não dizia asneiras em pensamentos quando aparecia uma subida pois a caixa que tinha atrás, tinha um painel solar! com a ajuda do sol a bicicleta, sem poluir, dava-lhe uma boa ajuda! assim ele podia ir mais carregado com coisas e coisinhas nas gavetas que a caixa tinha! trocamos algumas palavras, assim como endereços na internet.

sem gelado, retomamos o caminho, esse bastante diferente! fomos pela pista para bicicletas que fica no meio da floresta! que lindo! mas já estava muito cansada! chegamos a uma pequena terrinha mas decidimos não ficar lá… não tinha multibanco e estava a ser difícil arranjar sítio para dormir… decidimos fazer uns quantos kms até mimizan… já me doia tudo! chegamos a mimizan com 114kms feitos… claro que tinha de doer tudo! claro que estava com cara de miserável e de sofrimento, como dizia o rafael.

desafio: arranjar sítio para dormir sem gastar dinheiro! pensamos em pedir às pessoas para podermos acampar nos seus jardins. aqui as casas são como eu gosto! um grande terreno e à volta cheio de relva, muito simples, com pouca coisa! foi difícil arranjar coragem para pedir à primeira pessoa que vimos… antes fomos espreitar o parque de campismo mas já se encontrava fechado, depois decidi arranjar coragem! o mais difícil era sair o “ bonjours” da boca, mas quando esse saiu, o resto do texto saia atrás! não tivemos sorte nas primeiras pessoas… já estávamos na direcção do próximo parque de campismo, mas esse de 4 estrelas… mas sempre com esperanças de encontrar uma alma caridosa! mais uma tentativa… eram miúdos e foram chamar o pai. novamente o discurso, que somos um casal português que viajamos de bicicleta, e blá blá blá… “ a ultima casa desta rua, mora uma família de portugueses”. há sempre portugueses em todo o lado! temos de arranjar uma bandeira portuguesa, pois pode ser muito útil! a miúda foi connosco mostrar a casa mas eles não estavam… ficamos à espera. finalmente chegaram e a miúda já tinha mandado uma mensagem a avisar. não foi difícil convencê-los! de braços abertos eles acolheram-nos e não nos deixaram ficar no jardim mas sim dentro de casa e com direito a um banho!

de mimizan pouco vimos, apenas a fabiana, uma miúda de 7 anos que problemas em falar, não tinha! foi a nossa anfitriã; o senhor pedro, o pai, de coimbra que trouxe a família para frança. fez tudo para nos sentirmos bem na sua humilde casa; a maria, a mãe, de aveiro, senhora com muita energia e boa disposição, que se não fossemos vegetarianos, tínhamos comido bacalhau que ela cozinhou; o cunhado, que nos explicou o caminho que iríamos fazer no dia seguinte, deu-nos alguns pontos de interesse para vermos e a tatiana, a outra filha de 16 anos que nos tratava por senhora e senhor… foi essa a nossa experiência de mimizan! preferimos ficar sentados à mesa, na conversa, a descansar. sabe bem descansar depois de termos feito 114kms!

4 de maio - anndamos com uma preguiça no lombo...

pouco depois de termos acordado, recebemos um telefonema de uma rapariga que mora perto de arcachon. Conseguimos casa lá! é bom termos notícias destas! mas até chegarmos lá, tínhamos de percorrer muitos quilómetros e num dia, seria impossível!

arrumar tenda, molhada… tirar as remelas dos olhos e lavar os dentes. bicicleta montada e no final, montamo-nos nelas! não sabíamos onde parar… “vamos pedalando e vamos vendo”. ok! 5 kms depois, recebemos uma mensagem de uma rapariga de baiona a dizer que tínhamos sítio para ficar, se quiséssemos… teria sido fantástico se tivéssemos recebido a mensagem no dia anterior… de biarritz até baiona são apenas 10kms, mais coisa menos coisa. mas pensamos: “porque não?” - e assim fizemos num dia 10 kms! que doidos!

baiona! gostei das suas casas, típicas da região. não é tão turística, e é um sítio onde nos sentimos bem! chegamos à rua da casa da maia e encontramo-nos com ela. entramos numa casinha pequenina, depois de termos subido até ao 3º andar, sem elevador, com as bicicletas às costas… era tão pequena que ela não ficou em sua casa! deu-nos as chaves e disse que iria dormir em casa de uma amiga. como há pessoas boas! ficamos com a casinha para nós e mesmo tendo feito apenas 10 kms, merecíamos na mesmo um banho!

passear ao longo do rio e admirar as casas que fazem lembrar as casas da ribeira no porto, mas estas com mais cor! casas estreitas, altas e tortas! uma segura a outra e assim sobrevivem a tudo! passeamos pela pequena baiona (há também a grande baiona), e é muito agradável! é lá que se encontram muitas casas típicas do país basco da parte francesa. escolhemos um café com wi-fi e ficamos lá um bom bocado a tentar arranjar casas para os próximos dias… de volta a casa, de volta à comida… e aparece maia. deu para falar um pouco com ela e da nossa viagem, falar de música francesa. a conversa não se estendeu muito, pois ela estava em época de exames e tinha de se ausentar. voltamos a ter a casa para nós, só para nós! e uma cama, com um colchão e uma almofada…e fechamos os olhos.




3 de maio - on parle français maintenant


acordamos bem cedo e desta vez tivemos companhia na viagem! o asier e a sua namorada pegaram nas bicicletas e entraram connosco em frança! tivemos um pouco de sobe e desce e eu não queria ficar para trás! posso dizer que suei bastante! penso que não fiz má figura!

estávamos perto de frança e vimos uma placa típica daquelas que aparecem quando se entra num país, mas por baixo dizia que ainda faltava 1 km… passado 1 km, entramos em frança mas já não tivemos direita à famoso placa… a plaquinha azul com as estrelinhas à volta… não tivemos a fotografia da entrada do novo país… foi uma entrada triste, mas enfim… entramos! vive la france!

em saint jean de luz despedimo-nos deles. iriam apanhar um comboio para voltar para casa, e nós iríamos continuar montados nas bicicletas e pedalar até baiona. depressa chegamos a biarritz, sítio onde muita gente vem surfar - pois isso não sabia, fui informada pelo rafael. era um sítio onde ele, em miúdo, sonhava ir. e lá estávamos nós, a olhar para o mar, a passar por um hotel de 5 estrelas mesmo colado ao mar, onde as pessoas acordam com o barulho das ondas, olham pela janela e vêem o mar imenso… e nós sem sítio para dormir…

mudamos de plano! como não conseguimos arranjar casa em baiona, decidimos ficamos em biarritz e fomos procurar o parque de campismo. sei que existem em portugal parques de campismo como este, mas eu não conhecia… um parque onde não podemos pôr a tenda onde queremos, dão-nos um número e temos de ir à procura do nosso lugar. há separações entre as tendas em vegetação para manter a privacidade. muito organizado! tenda montada e voltamos a pegar nas bicicletas para ver um pouco mais a cidade. bastante turística… não encontrei nenhum sítio que me agradasse mesmo. não valia a pena ficar mais um dia, nem ficamos até tão tarde no centro, pois nada nos chamava realmente à atenção. preferimos ir para o parque de campismo e jantar!

penso que éramos a única tenda! aproveitamos as brasa que uns rapazes deixaram e cozinhamos lá. preparamos as sopas super plásticas mas óptimas para viajar! estômago cheio e o sono a aproximar-se… só queria dormir bem e descansar o corpo… mas de madrugada começou a chover e foi assim até de manhã! foi difícil adormecer com a chuva tão forte…

1e 2 de maio - na praia

saímos de tolosa já um pouco tarde. não estávamos muito preocupados pois seriam pouco kms e já tínhamos casa onde ficar! o caminho foi pacífico, mas as indicações são sempre muito estranhas aqui em espanha… andamos pela auto-estrada sem querermos, mas foi para lá que nos indicaram e quando nos apercebermos, já lá estávamos… estávamos em direcção à costa, íamos ver o mar, depois de 3 semanas sem pormos os olhos no mar! san sebastian era o nosso destino. todos falavam bem desse sítio! estava curiosa e cheia de vontade de lá chegar!

depressa chegamos e nos instalamos em casa do asier. ganhamos um banho quente e um passeio lindíssimo que, se andássemos sozinhos, nunca teríamos ido para esses lados! no fim do passeio veio o jantar feito pela sua namorada. desta vez, quem ganhou na conversa foi o asier! nunca tinha ouvido o rafael a falar tão pouco! o asier não lhe dava espaço! a noite foi passada com uma conversa muito interessante sobre espanha e o país basco, sobre viagens… e ainda descansamos no sofá com os olhos colados num filme que estava a dar na televisão, que por mais incrível que possa parecer, não estava dobrado! no fim, a cama já chamava por nós e fomos fechar os olhos.

acordamos prontos para ser turistas e visitar san sebastian! quando um espanhol diz que uma cidade é pequena, não lhes podemos dar ouvidos! san sebastian é uma grande cidade! eu que prefiro pequenas cidades, gostei muito do que vi. há praia e montanha, prédios com gosto. a parte velha da cidade, foi a que mais gostei. ruas estreitas, cheias de pessoas, muitas lojas, bares e restaurantes.

almoçamos sentados na areia e de novo a passear. já estava com as pernas a pedirem descanso… ganhamos mais energias com um gelado óptimo! toda gente passava com um gelado… tínhamos de ter um também!

fim da tarde e voltamos para casa onde nos sentamos para comer e conversar com as pessoas da casa, pois é isso que gostamos. poder estar com as pessoas da terra e falar um pouco de tudo!

3.5.09

29 e 30 de abril - a caminho do país basco

duas pratadas de cereais e ficamos com energia para sair de pamplona. é sempre difícil despedirmo-nos das pessoas… e pessoas que nos acolhem assim tão bem, dá vontade de ficar mais um dia! mesmo com tempo chuvoso, decidimos partir.

como começou mal o dia! deixei cair o conta-quilómetros e nem me apercebi… fiquei sem ele! ainda voltei atrás para procura-lo mas não o encontrei e como estava muito trânsito, desisti! fiquei tão chateada! tão nervosa! íamos fazer 1000 km neste dia e não tinha o meu conta-quilómetros! e pensar em fazer o dia sem ele, sem saber o que já tinha feito ou ainda faltava… só me apetecia gritar! engoli o grito e comecei a pedalar. substitui o grito por um movimento de braços para exprimir o meu estado de nervos e esse movimento, no chão molhado, fez com que o pneu da frente escorregasse e assim ganhei um grande tombo no alcatrão! que estupidez a minha! fiquei com o coxa esquerda pisada (era a medalha que faltava para a super sexy tanya) e o lado direito da anca também pisado. que nervos! mas nem tudo foi mau! tive a sorte em não ter caído do lado dos carros… tínhamos a decathlon a poucos kms. Compramos um novo conta-quilómetros mas claro… recomecei do zero…

os mil kms foram festejados já no país basco! tivemos de parar numa subida para fotografar este marco histórico! metade do dia foi passado a subir montanhas, mas o que os meus olhos viam ajudava a ganhar forças para pedalar. montanhas enormes acompanhavam-nos com as suas árvores em diferentes tons de verdes! no meio de tanta beleza encontramos um sinal e no meu pensamento, não parava de o beijar! uma descida de 12%! sabíamos que até tolosa, terra onde iríamos ficar, iria ser sempre a descer! ia travando para observar os montes verdes, os cavalos, as ovelhas… entrar no país barco, foi como entrar num novo país! no meu pensamento podia-se ouvir “que lindo!” umas quantas vezes!

chegamos a tolosa e fomos pôr as bicicletas a arranjar, pois bem mereciam! mais uma vez ficamos em casa de um casal que mais simpáticos não podiam ser! o iñaki e a eli de tudo fizeram para nos sentirmos em casa! levaram-nos a conhecer a pequena terra, que nos agradou muito! fomos de carro para o cima de uma montanha e ofereceram-nos o café numa esplanada com uma vista que nos deixava de boca aberta e de olhos esbugalhados! ofereceram-nos o jantar e uma boa conversa! não queriam falhar em nada, e não falharam!

éramos para ficar uma noite apenas, mas o joelho do rafael continuava em pouca forma, e como estávamos a gostar tanto da hospitalidade, ficamos por mais uma noite. dia 30 acordamos cedo e fomos dar uma voltinha. em casa, o iñaki disse que a sua irmã podia ver o joelho, que era fisioterapeuta, e tinha um tempo livre. uma hora dentro da sala a ver o rafael a receber umas massagens… e uma bela agulha de acupunctura a ser espetada várias vezes no músculo! bela prenda que tivemos! mais uma vez, foram impecáveis connosco!

a tarde foi passada a passear e dentro de uma biblioteca e confesso que não adormeci por pouco… incomoda-me todo aquele silêncio, faz-me muito sono! recebemos uma mensagem do iñaki a dizer que um amigo nos queria entrevistar! ui, uma entrevista em espanha! foi muito tranquila a entrevista. respondemos às perguntas dentro de um café, perguntas que surgiam no meio da conversa.

a noite foi diferente. depois da eli nos ter dado de jantar, fomos ver um espectáculo de dança. não foi um espectáculo 5 estrelas, não iria vê-lo outra vez mas foi uma noite muito agradável e foi bom entrar numa sala de teatro como aquela!

já em casa, a conversa continuava, e terminamos com uma fotografia em grupo “para mais tarde recordar”!

27 e 28 de abril - pamplona

ficamos muitos dias em pamplona. 27, foi dia de passeio, de um lado para o outro, muita coisa fechada, e muitas ruas para caminhar. não encontramos muitas coisas interessantes. o que mais gostamos, foi sem dúvida, ter ficado em casa do mody e da leyre. uma casa divertida cheia de gente e muita conversa. cozinhamos para eles e mais duas raparigas que apareceram por lá. no meio das conversas tentávamos escolher um filme para passarmos a noite. foi uma noite diferente e tranquila.

no dia seguinte, tentamos descobrir alguma coisa diferente nesta grande cidade pouco interessante. acabamos por escolher um café, ligar a internet e ficar um pouco por lá. já em casa, a boa disposição instalava-se. a campainha ia tocando, e a casa ia ficando com mais animação. antes do jantar, ainda fomos ter com o meu primo luís, para uma última conversa. quando chegamos a casa, cheios de fome, estavam as raparigas a dançar! meti-me no meio e ganhei uma pequena aula de dança do ventre. depois do exercício, chegou finalmente a hora do jantar! conversa puxa conversa e assim o deitar cedo foi mentira! pamplona valeu a pena pelas pessoas!

hum... que bom

pedaços de mim