encontram-me aqui
digo-te quem sou
12.2.09
já falta pouco
11.2.09
9.2.09
marisa, renato e serafim na moita!
teminado o espectáculo das criadas, corro para a moita para fazer o espectáculo com o teatro da serra do montemuro! qaribó está de volta! um espectáculo para a infância mas são os adultos que saem de lá a sonhar. elas estão de volta!
3.2.09
como prometi
31.1.09
dia parado
cristal da pele, já está guardado numa gaveta. agora, fica aquela sensação de vazio… dois dias apenas de espectáculo, e toda gente sabe que o segundo espectáculo corre sempre mal… precisava de um terceiro, para sair satisfeita com o meu trabalho… mas não houve terceiro… chorei no segundo dia, no primeiro dia, só tremia no fim do espectáculo… mas no segundo dia chorei… já tinha acabado… tanto tempo a trabalhar naquilo, para morrer assim… chorei porque não senti o que tinha sentido no primeiro dia… porque o microfone descolou e andava de um lado para o outro, e assim, não consegui pensar, nem sentir o que estava a dizer, estava preocupada… e não podia fazer nada! mas não foi um desastre porque muito gente gostou… tenho que ficar contente por isso, por ter conseguido pôr uma pequena sala atentos e que no fim, consegui ver sorrisos misturados com as palmas… tive uma grande ajuda, césar filipe! obrigada césar pela tua calma! obrigada por acreditares sempre que iria correr bem! foi tão bom ter-te no palco! sentir a tua música, ajudou-me a acreditar que era capaz! mas já acabou, só ficam as fotografias… prometo colocar uma no blog!
agora estou em casa, o tempo está estranho mas não chove. a casa está vazia, e sinto saudades… tenho mais 14 dias em beja. gosto de beja, gosto das pessoas e sei que vou sentir saudades destes momentos aqui. mas quero ir embora! quero voltar para casa, quero arrumar a minha vidinha e pensar nos próximos anos sem pensar muito. só quero não me sentir longe, e aqui sinto-me longe. e hoje as saudades apertam, por ainda não ter tido notícias… por não ter recebido um beijo… 14 dias… passa rápido, depressa estou aí, amor meu!
28.1.09
ai... amanhã... é já amanhã...
26.1.09
só faltava a sinopse
23.1.09
o que devemos fazer?
21.1.09
agora sim, 28 e 29 no pax júlia
cristal da pele… agora sim! agora temos data certa, e já temos cartaz!… a estreia, supostamente, era para ter sido no dia 4 de outubro… mas houve uns pequenos contra-tempos que não permitiu que isso acontecesse. mas agora sim, é a sérios! dia 28 e 29 de janeiro, o meu primeiro monólogo… ai ai… falta uma semana e eu já começo a sentir os pequenos nervinhos… há ensaios que correm bem outros que só me apetece chorar… está a ser um processo dificil… mas dia 28 não há forma de fugir! nervosa ou calma tenho que estar lá e mostrar o meu melhor…
retirando algumas palavras do blog da companhia:
“a encenação cabe a antónio revez e em cena estará tanya ruivo (texto) e césar filipe (piano).
dois monólogos em simultâneo ou uma conversa entre palavras e notas.”
estreia no dia 28 de janeiro às 22 horas no auditório do pax julia.
11.1.09
partem uns, voltam outros
10.1.09
no pax júlia
21.12.08
Karibó em Santiago de Compostela. 23 de Dezembro
então, marisa e renato decidem fazer com que o seu pai volte a sentir o prazer de viver e inventam para ele uma viagem para qaribó. que viagem é essa? É tão simples a resposta que dizê-la estragaria o encanto de um sonho. há que ver Qaribó.
qaribó está ao alcance de todos. se acreditarmos, se quisermos, o mundo à nossa volta pode mudar e a vida tornar-se mais bela. Levada a sério e a brincar, a vida é para ser vivida.
viva qaribó!

25.11.08
dia 4... lá estarei
Dia 4 lá estarei, dia 4 as luzes terão que estar prontas e o piano no sítio. título certo, ainda não temos, cartaz certo, também ainda não temos... o texto, está quase pronto... eu ainda não estou pronta, mas ainda tenho tempo para sentir o que digo e deixar o meu corpo falar por cima das palavras, sentir-me como uma pétala ao vento... abraçar o ar e ver o seu olhar no vento e senti-lo a acariciar-me... vou sair de mim e falar de ti, e falar para ti...vou sentir-te e isso é bom!...
21.11.08
Pele de cristal
20.11.08
Lírio do Campo

"É uma princesa, disse-me o vento de março. era a minha princesa! prendi nela o meu olhar, o puro Lírio do campo. tudo era real e o coração batia.
quando as palavras secam na garganta no momento exacto de as dizer, parecem rochas encrustadas na terra, impossíveis de as moldar. fico na impotente ansiadade como naufrago, sem gritar. sei como são crués e tiranas as palavras que se recusam a pronunciar-se naquele exacto momento em que mais ssão precisas. quando me acontece contigo, substituo-as pelo olhar e as mãos dizem o resto."
Nova dor de cabeça, novos medos, estes diferentes do anterior... o meu primeiro monólogo.... ai ai, assusta...
19.11.08
Estreia na Serra!
Da Minha Vista Ponto é uma comédia sobre excentricidades – diferentes formas de ver o mundo. Fala sobre padrões e rituais que criamos, consciente ou inconscientemente, para que as nossas vidas façam sentido.
Uma toalha é estendida todos os dias numa varanda de um apartamento. Um dia, a toalha não aparece e a vida deste grupo peculiar é afectada: o professor de física quântica deixa de saber quando deve ir ao café; o agricultor não consegue escolher os números para o totoloto e a mulher que acredita que é gata perde o vislumbre do primitivista a nadar nu no rio no alto da serra.
Uma investigação sobre o desaparecimento do vizinho bibliotecário revela as ligações entre estas pessoas, conduzindo ao conflito, romance e confusão!
As histórias dos intervenientes são contadas através de uma mistura da comédia física e verbal, projecções e jogos de sons.
“Se apanhares uma folha cadente no primeiro dia de Outono, não apanhas uma única constipação em todo o Inverno”
“Pede um desejo com o primeiro pintarroxo que vires na primavera e ser-te-á concedido”
Ficha Artística
Texto: Thérèse Collins e Peter Cann
Tradução: Graeme Pulleyn
Encenação: Graeme Pulleyn
Direcção Musical: Carlos Peninha
Cenografia: Helen Ainsworth
Figurinos: Helen Ainsworth
Construção de Cenários: Carlos Cal
Assistência à Cenografia: Ricardo Rocha
Interpretes: Abel Duarte, Eduardo Correia, Neusa Fangueiro e Daniela Vieitas
Produção Executiva: Paula Teixeira e Susana Duarte
Direcção de Cena: Abel Duarte
Assessoria de Imprensa: Paula Teixeira e Susana Duarte
Cartaz: Helen Ainsworth
9.11.08
As Criadas
Duas senhoras, uma criada.
Uma senhora que é criada, uma criada que é senhora, ou serão duas?
Uma senhora prestes a ser assassinada pelas criadas mascaradas de senhora. Um inocente preso, para que o assassinato decorra sem sobressaltos.
Duas criadas oprimidas, pobres, invejosas. Querem os vestidos, querem a riqueza, querem o leiteiro. O plano está traçado há muito. A coragem é pouca. A vontade é alimentada pelo desespero que é muito. Duas aspirantes a senhora. Uma senhora que não sabe… não saberá? Tudo é segredo. Tudo é confuso. Tudo é para desvendar. Entre o “silencioso arroto do lava loiça” e a senhora e “a sua estola, as sua pérolas, as suas lágrimas, os seus suspiros, a sua doçura” há máscaras, mentiras, embustes, segredos e angústias.
Texto: A partir de Jean Genet
Encenação: António Revez
Interpretação: Ana Ademar, Ricardo Brito e Tanya Ruivo
Música: Paulo Ribeiro
Desenho de Luz: Ivan Castro
Produção: Companhia de Teatro Lendias d’ Encantar
Grafismo: Cocas Produções
7.11.08
6.11.08
Ninguém disse que ia ser fácil
hum... que bom
pedaços de mim
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